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Blog com textos e opiniões da equipe da EcosSistemas.
Posted by: Laura Prada
on Abr 26, 2010
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A Carta da Terra, extensão brasileira do movimento internacional The Earth Charter, lançou na quinta-feira, dia 22 de Abril de 2010, Dia Mundial da Terra, a sua primeira campanha global desenvolvida inteiramente no Brasil em suporte aos seus 10 anos.
Uma bandeira da Terra foi hasteada por crianças em solenidade no Parque Ibirapuera em São Paulo e, sem seguida, houve um plantio de árvores no Parque.
A campanha denominada Começa Com Você, desenvolvida em São Paulo por voluntários, remete ao pensamento de Gandhi que lembra que a mudança que queremos ver no mundo começa por cada indivíduo.
O objetivo é fomentar entre o grande público o conceito de Cidadania Terra onde os interesses pelo bem comum do planeta estão acima dos individuais. A campanha está ancorada em um filme de 60 segundos com versões em três idiomas (Inglês, Espanhol e Português) produzido em caráter voluntário pela agência EC Comunicação, produtora Santo Forte Digital e produtora de áudio Sonido e conta também com o planejamento e execução de mídia da consultoria gaúcha Mi4 de Porto Alegre.
A criação traz 120 crianças da Casa do Zezinho - entidade social que visa promover a cultura e educação entre crianças da comunidade do Parque Santo Antônio na cidade de São Paulo - com uma folha em branco nas mãos onde é projetada uma animação que retrata um planeta Terra sustentável, justo e pacífico.
O filme está veiculado mundialmente em espaços doados pelas principais emissoras internacionais de televisão por assinatura e pela rede aberta local. A campanha conta também com anúncios doados por várias revistas e jornais, spot de rádio e banners para a internet.
Segundo a Diretora Executiva do Earth Charter Internacional baseada na sede do movimento que fica dentro da Universidade pela Paz na Costa Rica, a brasileira Mirian Vilela:
“O Brasil sempre foi parte importante desta iniciativa. Os primeiros textos da Carta foram redigidos na Eco-92 no Rio de Janeiro. Quase 20 anos depois, a primeira campanha mundial nasce aqui e é lançada no mesmo dia do descobrimento do país. Temos muitos planos para o Brasil”.
A líder do movimento voluntário da Carta da Terra no Brasil Cristina Moreno afirma:
“A Carta pode ser vista como uma espécie de Constituição do Planeta Terra. Se todos a seguirmos a risca, alcançaremos mais facilmente a tão sonhada sustentabilidade planetária. E para nos inspirarmos a pensar no todo, nada melhor do que hastear a bandeira da Terra na maior cidade do país”.
A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo, através da UmaPaz, desenvolveu o Programa Difusão da Carta da Terra na rede municipal de ensino, que contou com 30 turmas descentralizadas nas diversas regiões da cidade, alcançando cerca de 800 escolas. Foram reproduzidos 65 mil exemplares da Carta, distribuídos a todos os professores da rede municipal.
Sobre A Carta da Terra
A Carta da Terra é uma declaração de 16 princípios éticos fundamentais para a construção de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica. Ela é estruturada em quatro grandes tópicos: Respeito e cuidado pela comunidade da vida, integridade ecológica, justiça social e econômica, democracia, não-violência e paz.
Em 1987 a Comissão das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, através do documento Nosso Futuro Comum, recomendou a redação de uma nova carta sobre o desenvolvimento sustentável com o objetivo de ajudar a construir no século 21 uma sociedade global justa, sustentável e pacífica.
Em 1992, em evento paralelo da Cúpula da Terra - Eco-92 - realizada no Rio de Janeiro, foi elaborada a primeira versão da Carta. Após oito anos, em um processo participativo envolvendo todos os continentes e com a contribuição de milhares de pessoas de todas as raças, credos, idades e profissões, incluindo especialistas em ciências, filosofia, ética, religiões e leis internacionais, a versão final foi lançada no Palácio da Paz em Haia em 29/06/2000.
Em 2003 a UNESCO reconheceu a Carta da Terra como um instrumento chave para a educação e cultura, e a considerou como um importante marco ético para a humanidade.
Entre os membros da comissão mundial do movimento estão a Queniana prêmio Nobel da Paz de 2004 Wangari Maathai, o canadense e ex-secretario geral da Eco-92 Maurice Strong, o americano Steven Rockefeller, o ex-primeiro ministro da Holanda Ruud Lubbers, a princesa da Jordânia Basma Bint Talal e os brasileiros Leonardo Boff e Oscar Motomura.
Para maiores informações sobre o Earth Charter Internacional, Carta da Terra e Umapaz:
Mônica Cristina Ribeiro - mocribeiro@prefeitura.sp.gov.br 11 9971 1680 Mariana Belmont - mbelmont@prefeitura.sp.gov.br 11 3396 3078/3076 Fernanda Baumhardt – fernanda.baumhardt@proplaneta.com I 11 8782-4882
Posted by: Alexander
on Jun 06, 2009
Fraldas são trajes absorventes vestidos por indivíduos que não tem capacidade de controlar os movimentos de suas bexigas e de seus intestinos. Há muito tempo a humanidade utiliza fraldas, que podem ser fabricadas com algodão, fibras naturais, ou materiais sintéticos descartáveis. Enquanto fraldas feitas com várias camadas de fibras naturais como algodão podem ser lavadas e reutilizadas, as fraldas elaboradas com materiais sintéticos são utilizadas apenas uma vez e em seguida descartadas. A escolha por um tipo ou outro de fralda fica por conta dos pais de bebês ou usuários adultos, e pode passar por uma série de critérios como conveniência, saúde, custo e impactos ambientais. Nem sempre houve essa possibilidade de escolha. Que o diga a Sra. Marion Donovan, norte americana nascida no estado de Indiana em 1917 que, cansada da tarefa ingrata e repetitiva de trocar as fraldas de algodão, lençois e roupas de seu filho pequeno, sentou-se à máquina de costura com um pedaço de cortina de chuveiro e criou a primeira capa plástica para as fraldas de pano da época. A capa plástica de Marion revolucionou o mercado desse tipo de produto, que contava apenas com um tipo de cobertura de borracha que causava irritações e assaduras na pele dos bebês.
Posted by: Fabricio de Campos
on Jun 04, 2009
Os operadores do mercado de Créditos de Carbono começam a comemorar o reaquecimento das operações e aumento da demanda e, conseqüentemente, dos preços praticados depois da pior fase da crise financeira que abalou o mundo. Cotações recentes de 15,30 euros (27/05/09) demonstram essa recuperação, depois dos nove euros praticados em fevereiro desse ano, mas ainda bem longe dos trinta e um euros de agosto do ano passado. Publicações dos relatórios da SBI Reports estimam o que o mercado de carbono movimentou, em 2008, cerca de 126 bilhões de dólares, correspondentes a 4,8 bilhões de toneladas de CO2, um crescimento de 61% em relação ao ano de 2007. Também prevê um encolhimento para 81 bilhões de dólares para o ano de 2009 embora apontem um crescimento para 669 bilhões de dólares em 2013. Porém, novos indicadores apresentam números que desmerecem comemoração.
Posted by: Jose Walter Carreiro
on Jun 03, 2009
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou, no último dia 29/05, três novas Instruções Normativas sobre orgânicos. A primeira, em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente, é a Instrução Normativa Conjunta n˚ 17, que aprova normas técnicas para a obtenção de produtos orgânicos oriundos do extrativismo sustentável orgânico. Ela aplica-se exclusivamente aos produtos não madeireiros de origem vegetal ou fúngica que tenham como objetivo a sua identificação como produto orgânico. O Manejo Extrativista Sustentável Orgânico deve adotar práticas que atendam aos seguintes princípios gerais: - conservação dos recursos naturais;
- manutenção da estrutura dos ecossistemas e suas funções;
- manutenção da diversidade biológica;
- desenvolvimento socioeconômico e ambiental local e regional;
- respeito à singularidade cultural dos povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares; e
- destinação adequada dos resíduos de produção, buscando ao máximo o seu aproveitamento.
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Posted by: Laura Prada
on Jun 02, 2009
 O jornal Folha de São Paulo de 15 de abril de 2009 publicou no caderno “Ciência” a notícia de que as áreas desmatadas na Amazônia nos últimos dois anos e nove meses apontam a pecuária como a principal forma de uso do solo após a derrubada da floresta. A área monitorada nos três estados que mais desmatam – Mato Grosso, Pará e Rondônia - equivale a pouco mais que o tamanho da cidade de São Paulo, e identificou que de 620 áreas de desmatamento recente, apenas 12 contém plantações de soja e 203 são ocupadas com pastagens, ou seja, mais de 1/3 do total das áreas. A reportagem também informa que a provável razão para a pecuária ser a principal causa de desmatamento e não a soja, é que a indústria da soja se organizou há poucos anos atrás e estabeleceu uma moratória para a compra – as empresas que representam a compra de 90% da soja no país se comprometeram a não mais comprar de áreas desmatadas após 24 de julho de 2006. Os frigoríficos e empresas ligadas ao mercado de carne não tem nenhuma iniciativa parecida, e a grande maioria delas não faz análise de rastreabilidade do produto. A despeito desta realidade, o governo federal anunciou na semana passada que vai socorrer o setor com um pacote anti-crise, sem nenhuma exigência de compromisso futuro com as questões ambientais.
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